terça-feira, março 13, 2012

Temos de escutar... ouvir não basta!



Há pessoas que nos mudam... e a nossa aprendizagem torna-se mais fácil.


Há eventos na nossa vida que nos transformam... e o nosso pensamento torna-se mais fluido.


A vida é fácil se obliterarmos dela as coisas que não nos fazem progredir.

quarta-feira, fevereiro 01, 2012

Wrong? No more!



Entendei:


- Não sinto a morte como vós!


- Não vivo o amor como vós!


- Não leio o mesmo que vós!


- Não falo das mesmas coisas que vós!


- Em suma, não sou como vós!



- Não me interessa senti-lo, nem vivê-lo, nem ler, nem falar... ou sê-lo!


Entendei:


- A diferença não faz de mim pior ou melhor! O não ser igual a vós não dimiunui o meu respeito por vós ou o meu amor!



Entendei:



- Quando a minha vida acabar, e ela acabará certamente, saberei isto:



1- Fiz da vida o que quis!


2- Deixei quem tinha de deixar, mantive os que continuarei a amar!


3- Não me interessa a aprovação, ou status, ou a roupa, ou quem sois de carne... interessa-me quem sou e quem sois de alma!



Porque, no fim, irmãos, todos ficamos frios, sós, não teremos lembrança do certo e do errado, o corpo será comido, os ossos tornar-se-ão pó... mas os átomos do que fomos, esses, irmãos, esses manter-se-ão, sempre no meio de quem deixámos, de quem bem tratámos ou de quem não tratámos bem.



Lembrai-vos ainda:



O Belo É o Bem... nada mais há de mais redentor e bom!


"Livro dos Reis"

domingo, janeiro 15, 2012

To Love...

Amar é sermos tolerantes (também)... e com esta idade ainda estou a apreender a sê-lo... nunca é tarde...



terça-feira, janeiro 10, 2012

If...



A vida é mesmo assim... se for a vontade do outro nada há a fazer... Dizia a minha avó: quando um não quer... dois não podem!


E deus... por vezes era bom que a vontade de uns e outros estivesse em concordância...

sexta-feira, janeiro 06, 2012

To die or not to die...





Frequentemente as pessoas não entendem porque gostaria de ter filhos... porque gostaria de partilhar todos os dias da minha vida com alguém... porque gostaria de ser banal quando, poucos são os que me vêem como tal.


Passo a explicar:


1- Sou banal!

2- Venho de uma família que mesmo quando alguém morre, como aconteceu hoje, não choramos apenas com a partida, lembramos a cima de tudo a presença e a sua vida.

3- Tenho um imenso coração que não posso partilhar de forma egocêntrica apenas comigo, nem de maneira egoísta, apenas com o outro.


A vida é mais... e a cada morte na minha família (que diga-se tem sido cada vez mais frequente e galopante) mais clara fica a minha visão de que para sermos humanos temos de nos dar... ao outro... aos outros... para que um dia também nos recordem entre choro e riso.