sexta-feira, setembro 03, 2010

Fotografia

Começa hoje, um novo tema de fotografia, em que irei colocando algumas fotos tiradas por mim seguidas de um pequeno texto introdutório... pode ou não (como acontece hoje) vir acompanhada de música que é para começar e acabar a semana em musica...

A ideia é depois, comentarem o que a mesma pode representar para vós... Espero que gostem.




As muralhas que erguemos na relação com o outro seriam pedras mais úteis se delas fizéssemos pilares das nossas acções e humanidade.

Uma boa banda sonora para esta foto: Aznavour.


8 comentários:

Ana Oliveira disse...

Fornos da Cal em Paço de Arcos (????!!!!)

Belíssima foto.

Bjs

Me Hate disse...

Yep... ;)

Fornos da Cal tirada esta terça, (após o "trabalho"), a foto de baixo também fui eu que tirei das peças de joalharia de um dos colegas da Associação... depois desta tirei uma data delas mas já fora de Paço... noutros passos! :)

Obrigada.

Beijoca

uminuto disse...

Muitas vezes essas muralhas nada mais são do que uma forma de auto-defesa. Quase sempre quando as erguemos é porque precisamos de nos proteger de algo ou de alguém, embora também seja verdade que isso se torna num desperdício de tempo e de energias.
bela foto
um beijo

Luana disse...

Me Hate...

Um beijinhos...;P

Me Hate disse...

Minuto,

Uma muralha é sempre -em última análise- um aglomerado de pedras, com um objectivo, é certo mas, pedra, não obstante.

Assim, não me surpreende, que nada de positivo possa ser A muralha. serve para proteger, para impedir certas acções mas, também impossibilita a saída... O desperdício está por isso implicito. :)

Ainda bem que gostaste da foto, para quem as tira (e "manipula") com a tua méstria, é um excelente elogio. :D

Dois beijos.

Me Hate disse...

Luana...

Muitos beijinho... ;P

Luis Baptista disse...

é verdade! mas muitas pessoas continuam a ver as muralhas como locais de tiros e duelos.

Me Hate disse...

Exactamente Luís, e se ainda fosse para duelos de espadas, sem mortes e por causas nobres... mas hoje em dia o duelo que haveria de ser metafisico torna-se o da banalidade dos espiritos...

Reitero: façamos dessas pedras pilares da nossa ética e nem tudo irá mal...

Um abraço, volte sempre.