quarta-feira, março 25, 2009

Ódio e Efemérides...


Pois hoje falamos de gente portuguesa... Não batem em castelhanos, não dão porradinhas na mãe nem se aliam, por oportunismo, à nobreza mas, o sangue é todo o mesmo... Ele há coisas que não mudam e "prontos"!!!!

Falo, obviamente, do "Pronto", desse grande amigo da dona de casa, da mulher a dias e da senhora da limpeza que, para todos os efeitos se chama Maria... Mary para os amigos e "I go to hills with the sound of music..." quando se põe a "andar" de nossas casas deixando-as viradas do avesso... esperem enganei-me na história...

Nova oportunidade: falava sim, de D. Afonso II (cognominado O Gordo, O Crasso ou O Gafo, em virtude da doença que o teria afectado) - se fosse hoje em dia numa escola qualquer, os putos que o chamassem isso seriam, certamente, expulsos mas, naquela época a rapaziada era muito Cool.
Foi portanto, o terceiro rei de Portugal, tendo nascido em Coimbra em 12 de Abril de 1185 e, espantem-se, tendo morrido na mesma cidade a 25 de Março de 1223. O português a sério é tipo que investe no viajar, no conhecer novos povos e novas culturas para depois voltar ao reino e ser sepultado no Mosteiro de Alcobaça... e daí talvez não, vai a Badajoz (pimba de novo!) e volta com "caramilhos"... há uma grande "algazarra", porque "caramelos" por "caramelos" já cá temos os nossos e depois é um "vê se te avias" de lambada... desculpem, enganei-me novamente na história...

Nova tentativa: Afonso II era filho do rei Sancho I de Portugal - não era filho de D. Afonso Henriques como muito jovem maluco julga - e a sua mãe era Dulce de Berenguer, mais conhecida como Dulce de Barcelona, infanta de Aragão - daí a falta de porrada entre familiares... ou não... não não. Não obstante, querendo ou não, Afonso sucedeu ao seu pai em 1211.

O reinado de Afonso II caracterizou-se por um novo estilo de governação: ao contrário da tendência belicista dos seus antecessores, Afonso II não contestou as fronteiras com Galiza e Castela, nem procurou a expansão para Sul (não obstante de no seu reinado ter sido tomada aos Mouros a cidade de Alcácer do Sal, em 1217), preferiu sim consolidar a estrutura económica e social do país. O primeiro conjunto de leis portuguesas é de sua autoria e visam principalmente temas como a propriedade privada, direito civil e cunhagem de moeda.

Ah meu filho da... fosteis tu que inventasteis a desgraça portuguesa!!!!! Bem se me parecia que o Sócrates era uma fraca desculpa... a coisa vem de trás... muito de trás... por trás... antes do... BEM, vem do passado e não se fala mais nisso! Ca raio!

Última tentativa de voltar à nossa história (belo "trocadilhe"! E lá está... Cadilhe!!!!!). Em frente minha gente, em frente... Com vista à obtenção do reconhecimento da independência de Portugal, Afonso Henriques, seu avô, foi obrigado a legislar vários privilégios para a Igreja. Vendido! Comuna! Coiso e mais não sei o quê!!!!!!!

Última, MESMO: Anos depois, estas medidas começaram a ser um peso para Portugal, que via a Igreja desenvolver-se como um estado dentro do próprio estado... Olha que engraçado, julgava que isto só em Itália na zona Roma/Vaticínio... Papacínio... Patrocíonio... Suicídio... CARAMBA: não vale com o preservativo e pronto!!!!!

Beeemmm... Com a existência de Portugal firmemente estabelecida, Afonso II procurou minar o poder clerical dentro do país e aplicar parte das receitas das igrejas em propósitos de utilidade nacional... Quais? Quais?

Claro está que esta atitude deu origem a um conflito diplomático entre o Papado e Portugal. Depois de ter sido excomungado pelo Papa Honório III, Afonso II prometeu rectificar os seus erros contra a Igreja, mas morreu em 1223 excomungado, sem fazer nenhum esforço sério para mudar a sua política... Ora toma lá!!!

Pena não teres ido a Cabo-Verde nessa altura... Eh, e daí talvez não que aquilo era deserto... sem gente... sem sida... mas com bichos... vendo bem: podia ter ido e ficado! E ter levado mais uns bichos, e uns "caramilhos" e... uma bexiga de porco (um preservativo antigo mas lavável e cheiroso e...)

OK, tá decidido, vou-me embora!
Tava a ver que não.
Arre!