sexta-feira, março 30, 2007

Ódio na versão Diabólica e em dicionário...


Abstémio:
n. Indivíduo que se abstém de ingerir bebidas fortes: por vezes totalmente, outras vezes, toleravelmente totalmente.
Único comentário possivel: Ele há gente muito tola!
Guarda o Ódio de hoje que não precisas, que amanhã pode servir-te!

quinta-feira, março 29, 2007

Ódio Orff...


Foi num dia como o de hoje que morreu Carl Orff...
Foi ao som de Carmina Burana que adormeci muitas noites da minha infância...
Nos braços de ambos os meus pais, numa altura em que a vida era muita mais simples...
Orff (Munique, 10 de Julho de 1895Munique, 29 de Março de 1982) foi um compositor alemão. Sendo um dos mais destacados compositores do século XX, a sua maior contribuição deve-se, contudo à sua influência na pedagogia da música, ao criar o instrumental Orff, um método de ensino musical baseado na percussão. Criou um centro de educação musical para crianças e leigos em 1925, no qual trabalhou até à data do seu falecimento.
Orff é sobretudo conhecido por Carmina Burana (1937), uma cantata encenada. É a primeira de uma trilogia entitulada Trionfi, que também inclui Catulli Carmina e Trionfo di Afrodite. Essas composições refletem o seu interesse pela poesia alemã medieval. É descrita pelo compositor como "a celebração de um triunfo do espírito humano pelo o balanço holístico e sexual". O trabalho foi baseado num verso erótico do século XIX de um manuscrito chamado Codex latinus monacensis, encontrado num mosteiro da Baviera em 1803 e escritos pelos goliardos. Apesar de moderno em algumas das suas composições, Orff soube capturar o espírito da era medieval na sua trilogia. Os poemas medievais foram escritos numa forma arcaica de alemão e latim.
Com o sucesso de Carmina Burana, Orff abandonou todos os seus trabalhos anteriores, excepto por Catulli Carmina e En trata, que foram reescritos até serem satisfatórios para Orff. Como facto histórico, Carmina Burana é provalmente a peça mais famosa da Alemanha nazista. Foi tão popular que Orff recebeu investimento em
Vienna para compor uma música para Sonho de uma Noite de Verão, com o intuito de substituir a música banida de Mendelssohn.
Nos círculos pedagógicos Orff é lembrado pela obra Schulwerk (1930-35). A sua simples instrumentação permite que mesmo crianças não instruidas possam executá-la com facilidade. Ao longo de sua vida Orff trabalhou bastante com crianças, usando a música como uma ferramente educacional, tanto em termos de melodia como no que diz respeito ao ritmo, tratadas através de palavras.
As suas idéias foram desenvolvidas juntamente com
Gunild Keetman, numa nova abordagem para a educação de música para as crianças, conhecida como Orff Schulwerk. O termo Schulwerk em alemão significa tarefa (ou trabalho) escolar.
Guarda o Ódio de hoje que não precisas, que amanhã pode servir-te!

Ódio do Best.

O You Tube nos seus prémios 2006 decidiu que esta era a melhor musica... Eu concordo... Para ouvirem coloquem primeiro a Amy (lá em baixo) "on hold" a miuda sabe esperar...



Guarda o Ódio de hoje que não precisas, que amanhã pode servir-te!

Ódio GT!




Este é o VINCI GT 1
Mas o espantoso do carro não será o seu nome, as suas linhas, o "gabarito"... Impressiona sim, mas, ainda assim não é por aí que este carro é extraordinário...
O Vinci GT é um projecto inteiramente desenvolvido em Portugal pelo Auto Museu da Maia, em parceria com o CEIIA - Centro para a Excelência e Inovação
na Indústria Automóvel. O novo concept car é inspirado nos míticos automóveis desportivos dos anos 60 e 70, resultando num retro concept, ou seja um automóvel de estilo retro, mas moderno, desportivo e de alta performance, de linhas equilibradas e harmoniosas, utilizando a mais avançada tecnologia automóvel.
Os responsaveis do projecto avançam para um preço, dependendo da definição do projecto, entre os 300 e 400 mil euros. O design é inspirado nos automóveis de corrida dos anos 60 e 70 e tem um motor V6 que debita 350 e 400 CV’s. Serão fabricadas 50 unidades, que se espera, estarem disponíveis dentro de 2 anos.
Perceberam? Leram?
É nosso!
Esta BOMBA é nossa!
Eh pá, oh Xá: Thank you very nice!
Guarda o Ódio de hoje que não precisas, que amanhã pode servir-te!

quarta-feira, março 28, 2007

Ódio pedido...


As sem razões do amor

Eu te amo porque te amo.
Não precisas ser amante, e nem sempre sabes sê-lo.
Eu te amo porque te amo.
Amor é estado de graça e com amor não se paga.
Amor é dado de graça, é semeado no vento, na cachoeira, no elipse.
Amor foge a dicionários e a regulamentos vários.
Eu te amo porque não amo bastante ou demais a mim.
Porque amor não se troca, não se conjuga nem se ama.
Porque amor é amor a nada, feliz e forte em si mesmo.
Amor é primo da morte, e da morte vencedor, por mais que o matem (e matam) a cada instante de amor.

C. Drummond de Andrade

Guarda o Ódio de hoje que não precisas, que amanhã pode servir-te!

Ódio e Lego...


Este é o "LEGO Sofa", ideal para quem não descobriu forma de sair do rancho "NeverLand" (do Michael Jackson) ou para quem, pura e simplesmente, tem costas para se sentar nisto...
Havendo pelo menos um dos requesitos em cima expressos, o resto é fácil, o sofa custa 470€ e podem encomendá-lo aqui que no Ikea não há: http://shop.lego.com/Default.aspx?CMP=KAC-GOOGEU&HQS=lego
Guarda o Ódio de hoje que não precisas, que amanhã pode servir-te!

Ódio na 1ª pessoa...


Hoje partilho algo convosco rapaziada da "blogosfera"...
O Carlos, decidiu aos 24 anos sair de Portugal e ir "à procura" do mundo...
A curiosidade levou-o a trabalhar nos mais variados países e nas mais variadas profissões...
Passou pela Holanda, Inglaterra, França, Bélgica, Alemanha, Itália, India, Angola, Amazonia...
Foi servente, empregado fabril, empregado de mesa, segurança...
Conheceu centenas de pessoas, viveu dezenas de experiências e viu milhares de pôr-do-sol...
O Carlos chegou a Portugal à 2 semanas por sofrer de uma doença comum a muitos portugueses: a saudade!
O Carlos está como sem abrigo à 3 anos...
Gosta disto, desta liberdade... e paga esse preço... Não se preocupa de facto...
O Carlos tem 35 anos e já viveu isto tudo...
Ontem a vida deu-lhe a possibilidade de "encaixar" no socialmente correcto...
Hoje o Carlos telefonou-nos a dizer "Desculpem estou no Algarve, vou para Marrocos... não consigo estar parado!"
Só tivemos tempo de lhe dizer: Boa sorte!
Hoje o Carlos partiu e eu, tu... nós, ficámos por cá!
Hoje gostava de estar num outro sitio, numa outra realidade...
Hoje, tive inveja daquela vida...
Amanhã espero que tudo tenha passado!
Guarda o Ódio de hoje que não precisas, que amanhã pode servir-te!

terça-feira, março 27, 2007

Ódio com muita velocidade...



Morreu num dia como o de hoje o Grande Ferdinand! O Porche! O próprio do criador da própria da bomba... melhor só mesmo o Sr. Ferrarri!
O Fred sempre se sentiu atraído pela nascente indústria automobilística, e Jakob Lohner seu compincha começou a construir automóveis em 1896 sob o comando de Ludwig Lohner no subúrbio vienense de Floridsdorf.
Como amigos, em 1898 criam o primeiro "Sistema Lohner-Porsche", uma carruagem movida por um motor de combustão interna e com um sistema de direção híbrido, composto de quatro motores elétricos montados nas rodas (que está aqui por cima da sua foto). Acabam por promover o carro na Exposição Universal de 1900 em Paris.
Em 1906 a Austro-Daimler olha e vê pela primeira o promissor Porche e recrutam-o como seu projectista chefe. O veículo mais famoso de Porsche na Austro-Daimler foi construído em 1910 e homenageava o então príncipe Heinrich, irmão do Kaiser Guilherme II. Alguns exemplares deste modelo aerodinâmico com motor de 85 HP (63 kW) chegaram aos três primeiros lugares, e o modelo tornou-se mais conhecido pelo apelido "Prince Henry" e não por seu nome original, "Modell 27/80".
Em 1918 deixa a Austro-Daimler após divergências sobre os rumos futuros no desenvolvimento dos automóveis... Quer ir mais além e na A.-D. já não havia mais como progredir...
Passa a trabalhar na Daimler Motoren Gesellschaft, em Stuttgart que mais tarde se funde com a Benz & Cie e criam a Daimler-Benz, e mais tarde ficam conhecidos como Mercedes-Benz. O conceito de Porsche sobre um automóvel Mercedes-Benz pequeno e de baixo peso, entretanto, não teve aceitação pela diretoria da Daimler-Benz.
Sai mais uma vez da empresa em 1929 e foi para a Steyr. No entanto, a Grande Depressão trouxe o colapso desta última e Porsche terminou desempregado.
É nessa altura que decide arriscar e em abril de 1931 Porsche funda sua própria empresa de consultoria, Dr. Ing. h.c. F. Porsche GmbH, Konstruktionen und Beratungen für Motoren und Fahrzeugbau em Stuttgart, para onde entretanto retornou. A sua equipa de trabalho incluía o seu filho, Ferry Porsche (Ferdinand Anton Ernst Porsche). O primeiro projecto desta equipa foi o desenho de um carro médio para a fabricante Wanderer. Logo surgiram outros... muitos outros...
Guarda o Ódio de hoje que não precisas, que amanhã pode servir-te!

Ódio Salazariano!!!!

O incrivel aconteceu...

O Salazar foi o nosso maior portugues porque...

Conseguiu lixar-nos a todos durante 40 anos e ninguem lhe disse nada!

Porque deu para mexer muitos bolos ja a minha avo dizia

Porque e tudo uma brincadeira... nao ha de facto, grandes portugueses!

Isto e uma pergunta com rasteira ou arrastadeira???

Quem foi o Salazar???

Porque no fundo todo o bom portugues e tambem um ditador!

pollcode.com free polls

Ódio escultural...








Se julgavam que o Ikea tinha coisas extraordinárias... Aqui está um exemplo de reciclagem de armas que deita por terra essa noção...
Para descobrir mais esculturas e acerca do Projecto por detrás delas, é já aqui: http://www.sashaconstable.com/cambodia_papc.php
Agora sim, os E.U.A. vão ter um imenso arsenal para reciclar e possivelmente tornar-se-ão o proximo Paços de Ferreira...
Guarda o Ódio de hoje que não precisas, que amanhã pode servir-te!

Ódio a Nú...


Esta é a NuVinci CVP que a sua publicidade diz ser de "continuous planetary drive" ou seja, uma bicla todo-o-.terreno mas, com estilo e que se leva para qualquer lado e, praticamente, de qualquer forma...
Como aqui para estes lados carro é mentira, se calhar esta é uma hipotese a ponderar...
Hum...
Guarda o Ódio de hoje que não precisas, que amanhã pode servir-te!

segunda-feira, março 26, 2007

Ódio musical passado... Amy Winehouse - Back to Black!

Vem

1

Vem. Imagina-te no centro de todas as viagens.
Traz o perfume de outras eras, dos dias felizes em que fomos
alguma coisa mais. Talvez crianças breves, pássaros
feridos por um amor com sede de infinito.

Lembra-me os invernos, os outonos com sabor a erva
e a folhas gastas pelo tempo. E abre-me as janelas
que me fechaste um dia. E deixa-me entrar como uma brisa
em busca dos teus olhos, soprando nos teus cabelos.

Mas vem. Cobre-te de névoa e de flores. Veste o céu azul
e os prados verdes. E sorri, no silêncio possível do reencontro.
Deixa-te cair, nua e leve, nas asas do vento,
como uma pétala de rosa sem destino,
uma bola mágica de sabão
reflectindo sonhos no espaço. E aconchega-te dentro de mim.

Mas vem, anjo de transparências, de mãos brancas e suaves,
fruto exótico das minhas miragens. Vem. Traz a pureza
dos campos, o som das ribeiras correndo pelas encostas,
o murmúrio da noite de encontro às madrugadas.


2

Vem, apenas. Como se o mundo estivesse acabando,
a cada passo que dás em busca do meu sonho. E depois
não houvesse mais nada. Só tu e eu, enlaçados em viagem,
sobrevoando todos os horizontes.

Mas vem. Vem. Vem sem perguntares pelo amanhã,
pelos abismos que se abrem nas fronteiras dos nossos corpos.
Vem apenas. Com a lucidez dos espelhos e a espuma
inquieta do mar, batendo no calhau da praia.

Vem, docemente, como um papagaio de papel-de-seda
em tardes de vento brando. E fala-me de fadas, de castelos,
de rios mansos, onde alguma vez pudemos navegar.
Mas diz-me coisas sobre as árvores e as casas. Ou leva-me
contigo, como se fossemos apenas aves e voássemos com
o mesmo bater de asas. Vem, ou deixa-me morrer
com a tua lembrança numa manhã cinzenta,
com as gaivotas gritando no cais
e os vagabundos repartindo o seu sono
com os meus pesadelos. Mas vem,
como se partisses para sempre
e me esquecesses
nas tempestades das invernias desta ilha
algures perdida no tempo.
Vem.

J.A. Gonçalves

sexta-feira, março 23, 2007

Ódio na versão Diabólica e em dicionário...


Absoluto:

adj. Independente, irresponsável. Uma monarquia absoluta é aquela na qual o soberano faz o que lhe agrada, desde que agrade aos assassinos. Já não há muitas monarquias absolutas, tendo a maior parte delas sido substituídas por monarquias limitadas, nas quais o poder do soberano para praticar o mal (e o bem) é largamente cerceada, e por repúblicas, que são governadas ao acaso.

A última parte do texto encaixa na perfeição quando pensamos na descrição de Portugal... Pois!

Há Ódio e ódio, há ir e voltar!

quinta-feira, março 22, 2007

Ódio que me vou...


E depois de tão má notícia: Retiro-me!
Vou-me daqui para fora que hoje este sol convida a que nada se faça!
Vou procurar o meu lugar ao sol num dos recantos da cidade que mais gosto: El Niño!
Ouvir Amy Winehouse...
Ler ”Uma Cana de Pesca para o Meu Avô” de Gao Xingjian... ... ...
E, já agora... parafraseando a Amy: I´m going to rehab!
Life is (at least for some uf us...) Goooooooooood!!!!!
Há Ódio e ódio, há ir e não mais voltar!

Ódio que este ano não há Experimenta!


É com algum desalento que venho comunicar-vos que este ano não se irá concretizar a ExperimentaDesign...
Conhecendo os organizadores e as pessoas envolvidas na sua concretização é lamentável que isto suceda sobretudo, dado o constante empenho dos mesmos...
Cara amiga Claudia, é de facto triste!
Seguem aqui as razões e o comunicado:
"A Experimenta decidiu cancelar a quinta edição da “ExperimentaDesign - Bienal de Lisboa” que deveria realizar-se entre 12 De Setembro e 4 de Novembro deste ano.
O cancelamento deve-se única e exclusivamente ao incumprimento pela parte da Câmara Municipal de Lisboa do compromisso assumido por esta autarquia a 22 de Junho de 2006 relativamente a este evento.
De forma inesperada a Experimenta recebeu a 12 de Dezembro de 2006 uma carta, datada de 4 de Dezembro, onde, laconicamente, nos foi transmitido que a Câmara Municipal de Lisboa não iria atribuir à ExperimentaDesign2007 – Bienal de Lisboa a verba de 500 mil euros com que se tinha comprometido a 22 de Junho desse mesmo ano ou “qualquer outra contribuição financeira à bienal por motivos de conveniência e de oportunidade – e num contexto de contenção orçamental.”
A alteração da decisão do Senhor Presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Professor António Pedro Carmona Rodrigues, foi tomada de forma unilateral ou seja, sem consultar o outro parceiro estratégico da bienal, o Estado Português, nomeadamente o Ministério da Cultura, com quem a Experimenta tinha já assinado no dia 3 de Novembro de 2006 um protocolo relativo à próxima edição da Bienal de Lisboa, facto que foi nessa data imediatamente comunicado ao Senhor Presidente da Câmara Municipal de Lisboa, e o Ministério da Economia, entidade com a qual a Experimenta estava também a negociar uma parceria estratégica como era igualmente do conhecimento da Câmara Municipal de Lisboa.
A montagem financeira da ExperimentaDesign – Bienal de Lisboa efectua-se através de um desenho que pressupõe uma parceria estratégica entre a sociedade civil, a Autarquia lisboeta e o Estado Português.A quinta edição da bienal foi distinguida a 14 de Junho de 2006 com o Alto Patrocínio do Presidente da República, Professor Doutor Aníbal Cavaco Silva.Não será demais voltar a dizer que a ExperimentaDesign – Bienal de Lisboa é:
• Um projecto único e inovador no contexto nacional e internacional, pensado e produzido por portugueses, cujo conceito não foi importado de nenhum outro local;
• Um caso de estudo de sucesso que tem sido, por esse motivo, apresentado como tal nas mais diversas cidades do mundo e objecto de estudo em diversos “think tank's” internacionais, que coloca Portugal e Lisboa no centro das diversas actividades da área do design mundial;
• O único evento com estas características na Península Ibérica, com um potencial extraordinário no que se refere ao desenvolvimento das relações com a América Latina, com a China e a Índia no contexto europeu;
• Uma bienal considerada pela critica e pelos diversos agentes da área como um dos melhores, mais bem organizados e mais importantes eventos de design internacionais;
• Uma bienal que provou ter a capacidade de atrair um público internacional de alto nível e que contribui de forma determinante para a qualificação da oferta turística e cultural lisboeta e que representa para a Câmara Municipal de Lisboa um investimento financeiro de apenas 250.000 euros anuais;
• Uma bienal que serve de plataforma de estímulo, promoção e divulgação da capacidade criativa e produtiva portuguesas na área do design, arquitectura e criatividade;
• Um caso de estudo de sucesso apresentado como tal no âmbito do balanço e perspectivas futuras do Programa Operacional da Cultura, a convite da unidade de gestão deste programa, que apoiou por duas vezes a Bienal;
• Uma alavanca para a economia portuguesa e lisboeta, investindo nos criadores portugueses, nomeadamente na área do design, arquitectura e criatividade, articulando o seu trabalho com o tecido industrial e empresarial;
• Uma bienal portuguesa que tem demonstrado ao longo dos anos conseguir atrair investimento estrangeiro para o nosso país sob a forma de uma rede de co-produções com os mais prestigiados interlocutores internacionais e com diversos organismos estatais dos mais importantes países do mundo;
• Uma bienal que é mais de 80% gratuita e que oferece à capital portuguesa e ao país um mês e meio de programação cultural continua e de elevada qualidade e com um serviço educativo que apoia toda a programação;
• Um evento que apresenta a mais valia de uma forte estratégia de comunicação internacional integrada no seu orçamento e uma rentabilização de alguns dos projectos apresentados na bienal após o fim de cada uma das edições;
• Um projecto que tem sido, até agora, sempre aprovado por unanimidade na Assembleia Municipal da Câmara Municipal de Lisboa e obtido o apoio do Estado Português, o Alto Patrocínio do Presidente da República e de um grupo altamente credenciado de mecenas, nacionais e internacionais.
É pois extraordinário que, no ano em que Portugal assume a Presidência do Conselho da União Europeia, a cidade que dá o nome a um dos mais importantes documentos estratégicos da União Europeia, a Agenda de Lisboa, onde é realçado o papel da criatividade e da cultura como vectores de coesão e desenvolvimento social, a Câmara Municipal de Lisboa, de uma forma unilateral, elimine deste modo um projecto desta importância e significado, criado por uma associação sem fins lucrativos e onde a autarquia investe apenas 20% do seu orçamento total, que é de 2.600.000 euros, montante esse dividido em dois anos.
É difícil acreditar que no momento em o design teve pela primeira vez lugar de destaque no “World Economic Forum” de Davos em 2006, sob o tema “Inovação, Criatividade e Design Estratégico” e em que se assiste a um crescente número de cidades que tentam criar eventos dedicados ao design como prova do seu dinamismo e competitividade e do reconhecimento da importância desta disciplina para o desenvolvimento sustentado da sociedade, o actual executivo camarário da capital portuguesa, sem qualquer diálogo e faltando ao compromisso anteriormente assumido, acabe deste modo com a ExperimentaDesign – Bienal de Lisboa.
As consequências do cancelamento de um projecto no qual foram já investidos ao longo de 4 edições, desde 1998 a 2006, mais de 8 milhões de euros, que posicionou a capital portuguesa e Portugal no circuito internacional dos grandes eventos culturais com um projecto pensado, concebido e produzido por portugueses, serão devastadoras.
Não será só o embaraço perante a comunidade internacional mas acima de tudo a perda de um evento que promovia de forma definitiva a criatividade e capacidade portuguesas, formava e informava o público português e atraía a Lisboa e a Portugal milhares de visitantes.
No momento em que recebeu a carta da Câmara Municipal de Lisboa, a 12 de Dezembro de 2006, e a cerca de 9 meses do evento, a Experimenta tinha pronto o programa da Bienal de Lisboa, as parcerias institucionais e internacionais estavam estabelecidas e o grupo de mecenas e marcas associadas da bienal estava definido.
A comunicação internacional estava há muito iniciada e já reflectida nos calendários internacionais dos eventos na área da cultura e do design e a comunicação nacional tinha o seu primeiro momento agendado para dia 28 de Fevereiro.
Tendo a Câmara Municipal de Lisboa assumido um compromisso com a Experimenta relativamente à quinta edição da ExperimentaDesign – Bienal de Lisboa e tendo por esse motivo a Experimenta desenvolvido todo o programa da Bienal de Lisboa para 2007 a Experimenta irá responsabilizar a Câmara Municipal de Lisboa por todos os danos causados por este cancelamento através dos meios disponíveis na Lei Portuguesa."
Há Ódio e ódio e depois há Portugal dos muito pequeninos!

Ódio em versão de procura de "poiso" novo!

Aqui está mais um bom bom exemplo de uma outra casa que não me importava de ter:
Casa “Shift"
Klagenfurt, Áustria
Arquitectura: HOLODECKEntwurf
Equipa: Marlies Breuss, arch. Michael Ogertschnig,Mag. Alexandra Stage, Henry van Hoeve, Franz Moser
Dimensões: BGF 480 m2, GFL 2.100 m2
Programa: Casa para uma família com três crianças
Data 2004
Fotografia - Holodecki
Há Ódio e ódio, há ir e voltar!

quarta-feira, março 21, 2007

Ódio ao Luca, con due "c" come venne spesso chiamato!


Morreu num dia como o de hoje Andrea Luca Lucchesi.
Reconhecido (pelo menos por estes lados) compositor italiano da era clássica mas sobretudo organista notável.
Aos 15 anos já era reconhecido pelo seu génio e parte para Veneza tendo como patrono Morosini que acabou por lhe proporcionar estudos com musicos tão conhecidos como Baldassare Galuppi.
Compõe entre outros, a opera muito conhecida (de novo: pelo menos aqui deste lado) L'isola della fortuna que, inclusivé interpreta em Viena e em Lisboa.
Aquando da sua estada em Bona casa com Anthonetta Josepha d'Anthoin e adquire cidadania. Nessa altura torna-se também Kapellmeister da Catedral de Bona após a morte de Ludwig van Beethoven senior. E por essa altura torna-se também professor de Beethoven, o junior (o mais conhecido, portanto), apesar deste nunca o reconhecer enquanto professor.
Ainda assim, Lucchesi, não sendo um homem menor, é ao muito novo Beethoven que dá a honra de lhe suceder como Kapellmeister.
Há Ódio e ódio, há ir e voltar!

Ódio Pc...


Para os amantes da Läeger isto deve ser um tipo de atentado...
Para os amantes de Pc`s e afins isto deve ser um qualquer pecado...
Então, qual é o sentido de se inventar uma coisa assim?
Estou para ver qual é a proxima!
Há Ódio e ódio, há ir e voltar!

Ódio Kohl ... Er!




Estas são algumas das visões de fotografia estética que a Kohler oferece aos seus leitores nas edições "As I see it"...
-De cima para baixo-
Uma primeira visão de Sanjay Kothari, a segunda de Jean Claude Maillard e a última, do não menos conhecido David LaChapelle!
Há Ódio e ódio, há ir e voltar!

terça-feira, março 20, 2007

Ódio Achi!

(Casa de Vidro)

(MASP)
(Achillina Bo)
Foi num dia como o de hoje que morreu Achillina Bo, mais conhecida como Lina Bo Bardi...
Foi casada com o crítico de arte Pietro Maria Bardi e a sua obra mais conhecida é o projecto da sede do MASP, Museu de Arte de São Paulo.
Formou-se na Faculdade de Arquitectura da Universidade de Roma e, já tendo iniciado sua vida profissional, mudou-se para Milão, onde começou a trabalhar no escritório do arquitecto Giò Ponti, diretor da Triennale di Milano e da Revista “Domus”.
Durante a II Guerra Mundial, já em escritório próprio, a escassez de trabalho levou Lina a actuar como ilustradora e colaboradora de jornais e revistas como “Stile”, “Tempo”, “Grazia”, “Vetrina” e ”l’Illustrazione Italiana”, além de editar a coleção “Quaderni di Domus”.
No dia 13 de Agosto de 1943, Milão é fortemente bombardeado e entre os destroços, fica também o escritório de Lina. É nessa altura que decide entrar para o Partido Comunista clandestino e o apartamento da sua família torna-se um ponto de encontro de artistas e intelectuais italianos.
Com o fim da Guerra, Lina viaja pela Itália para fazer uma reportagem sobre as áreas atingidas pelo conflito. Em Roma, funda a revista semanal “A — Cultura della Vita”.
Em 1946, Lina casa-se com Pietro Maria Bardi e o casal viaja para o Brasil. Em recepções, no Rio de Janeiro, conhecem personalidades como Lúcio Costa, Oscar Niemeyer, Rocha Miranda, Burle Marx e Assis Chateaubriand de quem Pietro recebe o convite para fundar e dirigir um museu de arte no país.
Um projecto arquitectonico no qual Lina participará, meses mais tarde o MASP, museu mais importante da América Latina. A arquitecta naturaliza-se brasileira em 1951, oficializando a paixão pelo país que a acolhera anos antes, declara: “Quando a gente nasce, não escolhe nada, nasce por acaso. Eu não nasci aqui, escolhi este lugar para viver. Por isso, o Brasil é meu país duas vezes, é minha “Pátria de Escolha”, e eu sinto-me cidadã de todas as cidades”.
Também em 1951 foi concluída a construção da Casa de Vidro. Erguida num terreno de 7000m2, foi a primeira residência do bairro do Morumbi e, aos poucos, foi sendo cercada por mata atlântica.
Lina morre na Casa de Vidro (Casa que aliás considero, uma das obras de arquitectura mais bem conseguidas) em 20 de Março de 1992, realizando o sonho declarado muitas vezes de trabalhar até o fim: deixa em andamento os majestosos projectos para a Nova Sede da Prefeitura de São Paulo e para o Centro de Convivência Vera Cruz.

Morreu também hoje Isaak Newton... mas desse falaremos para o ano!

Há Ódio e ódio, há ir e voltar!

Ódio light!


Estes são candeeiros...
Com muitas cores...
E muitos cheiros...
Que, além de alumiarem o caminho...
Deixam-o bem cheirosinho e...
Ainda fazem terapia (de cor e luz)... é muita coisa num candeeiro só!
Há Ódio e ódio, há ir e voltar!

Ódio musical...






É assim que Jacob Mathew (http://www.mathewaudio.com/) vê o som... Confesso quefiquei adepta da terceira escultura acustica, porque, como me parece obvio, identifica-se com o meu já conhecido gosto estético, musical e vínico... Um 3 em 1 portanto!!!
Há Ódio e ódio, há ir e voltar!

Ódio me neither!


Depois da loucura que têm sido estas últimas semanas... Hoje só posso mesmo usar uma destas...
Entretanto... e para não dar em doida: vou tirar o dia!!!!!!
ANDOR!
Há Ódio e ódio, há ir e voltar!

Ódio musical passado... Dead can dance - Rakim!

Por fim...


Tu estás aqui

Estás aqui comigo à sombra do sol
escrevo e oiço certos ruídos domésticos
e a luz chega-me humildemente pela janela
e dói-me um braço e sei que sou o pior aspecto do que sou

Estás aqui comigo e sou sumamente quotidiano
e tudo o que faço ou sinto como que me veste de um pijama
que uso para ser também isto este bicho
de hábitos manias segredos defeitos quase todos desfeitos
quando depois lá fora na vida profissional ou social só sou um nome e sabem
o que sei o
que faço ou então sou eu que julgo que o sabem
e sou amável selecciono cuidadosamente os gestos e escolho as palavras
e sei que afinal posso ser isso talvez porque aqui sentado dentro de casa sou
outra coisa
esta coisa que escreve e tem uma nódoa na camisa e só tem de exterior
a manifestação desta dor neste braço que afecta tudo o que faço
bem entendido o que faço com este braço

Estás aqui comigo e à volta são as paredes
e posso passar de sala para sala a pensar noutra coisa
e dizer aqui é a sala de estar aqui é o quarto aqui é a casa de banho
e no fundo escolher cada uma das divisões segundo o que tenho a fazer

Estás aqui comigo e sei que só sou este corpo castigado
passado nas pernas de sala em sala. Sou só estas salas estas paredes
esta profunda vergonha de o ser e não ser apenas a outra coisa
essa coisa que sou na estrada onde não estou à sombra do sol

Estás aqui e sinto-me absolutamente indefeso
diante dos dias. Que ninguém conheça este meu nome
este meu verdadeiro nome depois talvez encoberto noutro
nome embora no mesmo nome este nome
de terra de dor de paredes este nome doméstico

Afinal fui isto nada mais do que isto
as outras coisas que fiz fi-Ias para não ser isto ou dissimular isto
a que somente não chamo merda porque ao nascer me deram outro nome
que não merda
e em princípio o nome de cada coisa serve para distinguir uma coisa das
outras coisas

Estás aqui comigo e tenho pena acredita de ser só isto
pena até mesmo de dizer que sou só isto como se fosse também outra coisa
uma coisa para além disto que não isto

Estás aqui comigo deixa-te estar aqui comigo
é das tuas mãos que saem alguns destes ruídos domésticos
mas até nos teus gestos domésticos tu és mais que os teus gestos domésticos
tu és em cada gesto todos os teus gestos
e neste momento eu sei eu sinto ao certo o que significam certas palavras como
a palavra paz

Deixa-te estar aqui perdoa que o tempo te fique na face na forma de rugas
perdoa pagares tão alto preço por estar aqui
perdoa eu revelar que há muito pagas tão alto preço por estar aqui
prossegue nos gestos não pares procura permanecer sempre presente
deixa docemente desvanecerem-se um por um os dias
e eu saber que aqui estás de maneira a poder dizer
sou isto é certo mas sei que tu estás aqui

R. Belo

segunda-feira, março 19, 2007

Ódio em desabafo...

UFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF...

Ódio desafinado...


Estou para lá de irritada... não consigo importar musica aqui para o blog e hoje até ia ser diferente, uma musica dos DcD, um poema do Ruy Belo ... Estou francamente arreliada... bem... Irra!
Há Ódio e ódio, há ir e voltar!

sexta-feira, março 16, 2007

Ódio na versão Diabólica e em dicionário...


Abrupto:
adj. Súbito, sem cerimónia, como a chegada de uma bala de canhão e a partida do soldado cujos interesses são afectados por ela.
Já aconteceu levar com um "soco no estomâgo" inesperado e... doi! Muito! Sobretudo se não se está à espera que venha de certa pessoa mas... Ainda aguardo a bala de canhão! No entanto, sem ansiedade!!!!!!!!
E de vós quem já apanhou com a bala de canhão?
Odeia pouco e bem, ter-te-ão por alguém!

quinta-feira, março 15, 2007

Ódio Brutus! Ódio!


Morreu num dia como o de hoje... Caio Júlio César.
Caio, reconhecido general romano, conquistador, tribuno e historiador.
Conquistou as Gálias, esteve no Egipto (onde alegadamente, segundo rezam algumas historias, teve uma relação amorosa com Cleópatra), conquistou África e submeteu a Hispânia... Tudas estas conquistas realizadas com a mesma paixão com que se ama uma mulher...
Aumentou consideravelmente as fronteiras do mais organizado império jamais existente – o romano. A sua audácia e astúcia, tornaram-no numa lenda.
Como lider que foi do seu tempo, foi amado e odiado, mas tinha uma invulgar dialéctica que permitiu movimenta-se na complexa teia de influências da Roma de então. De chefe militar passou a ditador fundador do império mais sólido de sempre.
Como senador foi brilhante. Teve diversos adversários como Catilina. César cria um triunvirato com Pompeu e Crasso e distribuem entre si os poderes do Estado. Fazem então alianças matrimoniais, Pompeu casa em quartas núpcias com Júlia, filha de César e ele casa pela terceira vez com Calpúrnia, filha de um político influente.
No ano de 54 a.C. o triunvirato termina. A sua desmedida ambição leva-o a ser quase um monarca e querer ser considerado divino. Sem ter sido imperador é sem sombra de dúvida a mais conhecida figura da História Romana e mentor de grandes militares e políticos de diversos países.
Júlio César como os seus pares, cai em desgraça e é assassinado, em pleno Senado, por 60 conjurados, entre eles um familiar insuspeito: o seu próprio sobrinho e filho adoptivo. Surpreso, César disse em latim: Tu quoque, Brute, fili mi? (Até tu, Brutus, meu filho?).
Odeia pouco e bem, ter-te-ão por alguém!

quarta-feira, março 14, 2007

Ódio Marx(che)!

Morreu num dia como o de hoje Karl Heinrich Marx ...
Enquanto pensador Marx influênciou profundamente a filosofia, a economia e a historia mas foi sobretudo um revolucionário... Conta Engels que "(...) a sua verdadeira missão na vida era a de contribuir, de um modo ou de outro, para a derrocada da sociedade capitalista e das instituições estatais por estas suscitadas, intencionava também contribuir para a libertação do proletariado moderno, tendo sido ele o primeiro a tornar-se consciente de sua posição e das suas necessidades e consciente das condições da sua emancipação. "
A luta era tida como o seu elemento e assim, lutou com tenacidade e com sucesso com quem poucos puderam rivalizar contra as injustiças que considerava insustentáveis.

Ainda por palavras de Engels: "Marx foi o homem mais odiado e o mais caluniado do seu tempo. Governos, tanto absolutos como republicanos, deportaram-no dos seus territórios. Burgueses, quer conservadores ou ultrademocráticos, porfiavam entre si ao lançar difamações contra ele."
Tudo isto terá passado ao lado de Marx que em nenhum momento se terá deixado abater, como se fossem teias de aranha, não tomando conhecimento, só respondendo quando a necessidade extrema o compelia a tal.
Aquando da sua morte, morreu amado, reverenciado e pranteado por milhões de colegas trabalhadores revolucionários - das minas da Sibéria até a Califórnia, de todas as partes da Europa e da América - e atrevo-me a dizer que, embora, muito embora, possa ter tido muitos adversários, não teve nenhum inimigo pessoal.
Marx, em muitos sentidos também Magno!
Odeia pouco e bem, ter-te-ão por alguém!

Ódio de... morte!

Este é o Death Clock, um cd-rom que tem diversas perguntas e que baseado nas nossas respostas nos dá uma previsão (acuita?!?) de quanto tempo temos (ainda) de vida antes de fazermos parte, portanto, de uma "administração superior" ou... inferior!
Enfim, mais uma daquelas coisas super uteis que nos fazem muita falta para atrapalhar (ainda) mais a vida que (ainda) temos e nos tornar (ainda) mais ansiosos!!!!!
Odeia pouco e bem, ter-te-ão por alguém!

Ódio 300 e tal...


Este é o Toilet Nanny 300... acreditamos portanto que já haja por aí um 100 e um 200... Desconhece-se contudo, a intenção dos mesmos!

Porém aqui o 300 usa-se para treinar os homens, sim, leram bem! A descrição do produto diz isto mesmo!

E treina como? - Perguntam voçês, e perguntam muito bem... A resposta é fácil e rápida: Coloca-se a Nanny de baixo da sanita e, quando o homem entra casa-de-banho adentro e levanta a tampa a T.N. diz: "Excuse me sir!. Please try to urinate IN the toilet - NOT on the floor, and put the seat down when you are finished!".
Tché... o que isto vai ajudar!!!!
Claro está que ali para a zona do Martim Moniz isto vai ser igual a nada... Compreende-se... Que raio é que vem a ser o Excuse me sir????? e o in e o not???? Ah e o floor, qu`é isso???... POIS! Piss off!!!!
Odeia pouco e bem, ter-te-ão por alguém!

Ódio Ce... Silly mesmo!


A Ceci shelf é a estante ideal para quem não lê mas, gosta de aparentar que sim...
Ideial também para os pseudo-cultos e...
Para os "bimbos novos ricos" que compram livros ao metro...
E para todo um manancial de gente, portanto, culta!!!!!!
Odeia pouco e bem, ter-te-ão por alguém!

terça-feira, março 13, 2007

Ódio às Portas travessas...



Pois é, por "sugestão" de um coleguinha "blogueiro"... li o jornal e percebi... com horror que...

Paulo Portas... Razoes para o seu regresso:
Porque acabou-se o sol em Vilamoura..
Porque a minha mae mandou!!!!!
Porque o BBC e o LUX estao fechados a segunda..
Porque a Maya garantiu que desta nao tinha de andar de rolote!
Porque tenho saudades do cheiro das peixarias!!!
Porque a Fatima Lopes disse que as farturas vao estar na moda!
Porque o Noddy disse que era assim que tinha de ser!
Porque se a Elsa Raposo ja namora a 2 dias eu tambem sou capaz!
Porque o Poder da cabelo e faz crescer!
Hei... Isto e uma pergunta com rasteira?????
pollcode.com free polls

Odeia pouco e bem, ter-te-ão por alguém!

Ódio em mural!






Murais 3D... giros e tal desde que não colocados em plena auto-estrada e/ou passeios não vá a rapaziada confundir-se e... Trás, pás! Ups era uma parede!
Odeia pouco e bem, ter-te-ão por alguém!

Ódio DBR9...


Need to sai more?
Indeed it´s the Aston Martin DBR9!
Odeia pouco e bem, ter-te-ão por alguém!

segunda-feira, março 12, 2007

Ódio musical passado... Nancy Sinatra - Bang, Bang!


Um Adeus Português:

Não tu não podias ficar presa comigo
à roda em que apodreço
apodrecemos
a esta pata ensanguentada que vacila
quase medita
e avança mugindo pelo túnel
de uma velha dor

(...)

tu és da cidade onde vives por um fio
de puro acaso
onde morres ou vives não de asfixia
mas às mãos de uma aventura de um comércio puro
sem a moeda falsa do bem e do mal

Nesta curva tão terna e lancinante
que vai ser que já é o teu desaparecimento
digo-te adeus
e como um adolescente
tropeço de ternura
por ti.

A. O´Neil

sexta-feira, março 09, 2007

Ódio na versão Diabólica e em dicionário...


Aborígenes:
n. Pessoas com pouca importância que são encontradas a obstruir o solo de um território recém-descoberto. Deixam rapidamente de obstruir, passando a fertilizar.
POIS!
Junta-te aos bons e serás como eles; junta-te ao Ódio e serás pior do que ele!